Summary
Highlights
Akaza declara que o Castelo do Infinito irá ascender e a batalha começará. Ele desafia Kamado, expressando a profunda raiva despertada pelas palavras do "pirralho" Kamado. Akaza afirma que estava a fugir da luz do sol, não de um “perdedor imundo”.
A raiva de Tanjiro transforma-se em chama, prometendo honrar o legado que Akaza tentou extinguir. Tanjiro declara que não é uma chama, mas o sol, inextinguível. Depois, Kaito observa o dano que Tanjiro foi capaz de causar a um Lua Superior, mesmo enquanto lutava.
Akaza comenta que Tanjiro está no nível de um Hashira, muito diferente do rapaz que se ajoelhou na neve. Akaza lembra que Tanjiro o chamou de fraco e agora acredita que Tanjiro não é fraco, ganhando o seu respeito. Akaza implora a Tanjiro que se torne um demônio. Tanjiro manda Akaza calar-se, considerando-o repugnante e proibindo-o de mencionar o nome de Rengoku.
Tomioka utiliza a sua "Respiração da Água" e Akaza reconhece-o como um Hashira. Akaza elogia a elegância com que o Hashira maneja a espada e pede a Tomioka que lhe diga o seu nome. Tomioka rejeita e recusa-se a dar o seu nome a um demónio, afirmando que odeia falar com demónios. Akaza diz que ele só despreza os fracos e que são eles que o fazem vomitar.
Tomioka afirma que Akaza cospe na cara dos outros, mas um homem que desistiu de tudo nunca desistiu da luta. Para Tomioka, a força serve para proteger os fracos. Akaza pergunta qual é o propósito da sua força. Ele continua a dizer que os fortes nasceram para proteger os mais fracos.
Tanjiro, encurralado como Rengoku, é avisado que vai morrer. Giyu entra na luta, recusando-se a desistir, para se tornar mais forte. Tanjiro reflete que, com o despertar da marca, ele está entre a vida e a morte, vendo o mundo transparente, assim como o seu pai. Ele ataca Akaza, que não consegue sentir o seu espírito de luta.
Akaza está chocado por ter sido decapitado e por ainda estar de pé sem cabeça. Ele relembra a sua vida humana: o pai doente, roubando para ele e o suicídio do pai. Ele então recorda o seu mestre e a mulher que amava. Akaza recorda ter perdido as suas memórias e o seu desejo de evoluir.
Akaza decide não se regenerar, aceitando a derrota. Ele vê a sua família. Ele não se queria tornar um demónio. A força deve ser usada para proteger os fracos. Ele percebe que a sua chama "nunca se apagará” e que o seu fluxo de água nunca para.