Summary
Highlights
A música começa com uma introspecção sobre o mundo e um desafio para que o ouvinte revele seu segredo mais impuro, o que está escondido no escuro que não será visto. A letra expressa um sentimento de abandono e a necessidade de sentir o outro como se fosse seu dono.
O artista reflete sobre a frase "Contei tudo para todo mundo", que o faz ferver e sentir abandono. Ele anseia por sentir o outro intensamente, ouvir cada som e sentir cada movimento, mesmo que os outros achem "nojento". A letra sugere que muitos não sabem o que é "amor" neste contexto.
O cantor afirma que sua alma está podre e duvida que um espírito como o seu "teria salvação" se alguém tentasse estender a mão. No entanto, ao se ver no "reflexo d'água", percebe que se distorceu e que enxerga o ser amado em "tantas versões de mim". Apesar de tudo, declara que "não foi tão ruim" e faria tudo de novo, pois foi feliz, mesmo que sua alma tenha se esfarelado "como giz" ao desenhar o outro.
O protagonista questiona a quem "pecou", já que foi abandonado para "morrer aqui". Expressa seus medos e anseios, contemplando se seria melhor "deixar de existir" e sentir seu corpo "explodir".
A música retorna ao sentimento de abandono e ao desejo de possuir o outro, ouvindo cada gole e sentindo o rangido de cada osso. Repete que não liga para o pudor, pois sua alma já está podre. A canção conclui com a reafirmação de que, ao se ver no reflexo, percebe a própria distorção e que enxerga o amado em "tantas versões de mim", e que, apesar de tudo, faria tudo novamente pois foi feliz, mesmo que sua alma se esfarele "como giz" ao desenhá-lo.