Summary
Highlights
Os apresentadores, aos 26 anos, compartilham como, sem faculdade ou carteira assinada, construíram 15 fontes de renda que geram milhões anualmente. Eles revelam suas origens humildes em uma família de classe média baixa, sendo criados por uma mãe solteira. O primeiro dinheiro significativo que ganharam foi para quitar uma dívida de R$80.000 de sua mãe. Eles enfatizam que o sucesso não veio do dia para a noite, mas sim após 10 anos de trajetória na internet. Também mostram seu estúdio e escritório, destacando que algumas das fontes de renda apresentadas têm baixa barreira de entrada e podem ser iniciadas hoje, enquanto outras são mais complexas.
A primeira fonte de renda dos irmãos, em 2017, foi a monetização do YouTube através do canal 'Belgas TV'. Eles explicam que a receita vem dos anúncios exibidos antes e durante os vídeos. Mostram que, em julho de 2017, receberam seus primeiros dólares e, um mês depois, já ultrapassavam essa quantia. Com o tempo, a renda mensal atingiu mais de US$1.000, o que transformou suas vidas. Destacam que o YouTube é um trabalho escalável: o esforço para postar um vídeo é o mesmo, seja para 100 ou 100.000 visualizações, mas a receita aumenta exponencialmente. Compartilham que o canal 'Gêmeos Invest' gerou R$5 milhões em 4 anos, com receita constante, chegando a R$90.000 em fevereiro. Eles abordam a vergonha inicial de aparecer na internet e como superaram isso, ressaltando que hoje é possível criar conteúdo sem aparecer, usando inteligência artificial, inclusive para audiências globais, onde o CPM (custo por mil visualizações) pode ser muito maior (exemplificam com canais em inglês ganhando de US$5 a US$15 por mil visualizações).
Após a monetização do YouTube, eles expandiram para outras redes sociais como TikTok, Kwai e Facebook, repostando o conteúdo já produzido. Embora o YouTube pague mais, o TikTok gerou US$673 em 28 dias para eles (cerca de R$3.400). Eles destacam a facilidade de replicar conteúdo e gerar renda extra. Compartilham a experiência de começar o canal 'Gêmeos Invest', onde trabalharam por 67 dias sem monetização, mas quando o canal 'viralizou', geraram R$25.000 em menos de 15 dias, e meses depois, R$100.000 somente com a monetização do YouTube, sem precisar vender nada.
Para aqueles interessados em seguir seus passos, as vagas para o treinamento 'Fórmula Monetização Eterna' estão abertas. O curso ensina a criar conteúdo que monetiza e permite trabalhar de casa, com muitos alunos já obtendo resultados. Eles oferecem uma garantia condicional: se o aluno aplicar tudo por 6 meses e não colocar pelo menos R$1.000 no bolso, eles devolvem o dobro do valor pago. Acreditam que o aluno pode ganhar muito mais do que R$1.000, mas preferem prometer menos e entregar mais. Eles enfatizam que as vagas do treinamento são limitadas e abrem por poucos dias.
A próxima fonte de renda são parcerias e patrocínios. Eles só aceitam produtos que realmente utilizam e acreditam, recusando ofertas lucrativas de empresas que consideram prejudiciais, como casas de apostas. Citam a parceria com o cartão Detterfy, que eles já usavam. Mencionam que a primeira parceria, um jogo de celular, rendeu US$1.000 por um vídeo. Discutem a importância da renda passiva, mostrando um investimento de R$1 milhão em CDB que gerou R$1.107.000 em menos de um ano. Explicam que investir é crucial e que, ao aprender a ganhar dinheiro online, a capacidade de investir aumenta significativamente. Mencionam ter ações no Brasil, fundos imobiliários e investimentos no exterior, além de Bitcoin.
Outras fontes de renda incluem o aplicativo DNA, onde oferecem assinaturas com carteiras de investimento personalizadas. Também possuem a ADN Capital, uma consultoria de investimentos que atende quase 200 famílias com mais de R$100.000 investidos, ajudando clientes a alcançar marcos financeiros como o primeiro milhão (como o caso de Bruno). A venda de cursos, como o 'Fórmula Monetização Eterna', é outra fonte de renda. Eles criticam 'cursos golpes' e enfatizam que seus cursos ensinam habilidades reais que levam a resultados, e que o mentor deve gerar renda com o que ensina, não apenas com a venda de cursos.
A afiliação de produtos físicos é outra fonte, onde recomendam livros ou produtos (como uma plaquinha que minera Bitcoin) e ganham comissão por cada venda. Destacam a ascensão do TikTok Shop no Brasil, que permite divulgar produtos e ganhar comissões em volume. Por fim, mencionam a mentoria individual para empresas, ajudando-as a escalar o alcance nas redes sociais. Esse serviço, que custa R$60.000 por 3 meses, foi pausado para que pudessem focar no crescimento dos próprios negócios. Concluem que ter uma primeira fonte de renda, como a monetização do YouTube, é fundamental para expandir e criar outras fontes de forma estratégica.