Summary
Highlights
Apresentação de Rafael Monti, centroavante argentino que atua no futebol equatoriano e é um pedido do técnico Osório para o Remo. Questionamento sobre a pertinência da contratação, dado que ele não atuou em grandes clubes, mas possui bom retrospecto de gols. A discussão se baseia na estratégia do Remo de buscar talentos em mercados alternativos, como fez em 2025 para subir à Série A.
Destacam-se os 18 gols em 35 jogos e quatro assistências de Monti no Equador. Apesar dos bons números, há uma ressalva sobre a capacidade de manter o mesmo desempenho em um campeonato mais competitivo como o brasileiro, especialmente na Série A. A torcida do Remo é convidada a interagir com o vídeo, demonstrando apoio ao canal.
Análise do estilo de jogo de Monti como um 'parede', referência no ataque que segura a bola para a chegada dos companheiros. Apesar de não ser um jogador muito alto (1,82m), possui força e bom posicionamento. Exemplos de lances demonstram sua habilidade em fazer o pivô, proteger a bola com o corpo e finalizar, inclusive em situações de jogada aérea.
Monti mostra boa visão de jogo ao sair da posição para construir jogadas, realizando passes precisos para companheiros finalizarem. Sua capacidade de atacar espaços curtos em alta intensidade é evidenciada, embora não seja um jogador de velocidade em longas distâncias. Sua presença na área para empurrar bolas e o bom posicionamento para cabeceios também são destacados.
A precisão e a capacidade de finalização de Monti o tornam um definidor, muitas vezes contando com desvios para marcar. Ele demonstra habilidade em driblar e finalizar em pouco espaço, resultando em gols significativos. No jogo aéreo ofensivo, sua capacidade de se posicionar bem e ganhar de defensores mais altos é ressaltada, assim como sua participação em jogadas aéreas defensivas.
O mapa de calor confirma Monti como um jogador de referência, com forte presença na área adversária, especialmente em situações de cruzamento, característica valorizada pelo técnico Osório. Ele atua como um desafogo para o time quando recuado, e embora raramente construa o jogo a partir de trás, sua participação em jogadas ofensivas é crucial.
A contratação de Monti é considerada uma aposta. Apesar dos bons números no Equador, ele não se provou em um alto nível, e a Série A do Brasil é um desafio maior, com zagueiros mais rápidos e fortes. A questão do custo da contratação (350 mil, com metas até 1.5 milhão) é vista como um bom investimento inicial, dada a realidade do mercado.
A contratação recebe nota 5 (em uma escala onde 6 é a média), considerando que ele vem de uma liga de nível inferior. Apesar de ser um pedido do técnico para ser titular, há dúvidas sobre seu desempenho em um campeonato de maior intensidade e gramados melhores, comparativamente ao Equador. A expectativa é que ele possa replicar o sucesso visto lá, mas a adaptação ao nível do futebol brasileiro na Série A será o fator determinante.