Summary
Highlights
Andressa Urach se apresenta como empresária, modelo, criadora de conteúdo adulto e afirma que Deus a fez prostituta para espalhar sua palavra. Ela desafia 25 cristãos (agora 26) para um debate, prometendo polêmica.
Pedro Pócio, escritor, teólogo e influenciador, questiona a afirmação de Andressa, citando a Bíblia para condenar a prostituição. Andressa rebate, argumentando que sua interpretação da Bíblia se baseia na graça e que Deus usa os imperfeitos para concluir Sua obra. Ela cita versículos como Romanos 5:20 e 1 Coríntios 9:22, e defende que, assim como Ester 4:14, foi colocada ali com um propósito: salvar almas.
Pedro Pócio acusa Andressa de hipocrisia e de monetizar a fé, comparando-a a pastores que supostamente enganam pessoas. Ele afirma que ela está vendendo um falso evangelho e é uma falsa profetisa. Andressa, por sua vez, vê os religiosos pregando a lei e vivendo na hipocrisia, enquanto ela conhece o amor de Jesus e reconhece seus próprios pecados.
Andressa Urach defende que o prostíbulo é 'mais puro' do que muitas igrejas que frequentou, espiritualmente falando. Ela critica a corrupção e a hipocrisia religiosa, sugerindo que, se Jesus voltasse hoje, estaria no prostíbulo evangelizando, não nas igrejas, onde as pessoas já se consideram salvas. Ela argumenta que o prostíbulo tem pessoas que admitem precisar de ajuda e misericórdia. Um ativista questiona se ela teria tal afirmação se não houvesse dinheiro em troca, ao que ela afirma ter um propósito em sua situação.
Um pastor, Bispo Ivan, acusa Andressa de romantizar o pecado e de não apresentar um arrependimento genuíno. Andressa retruca dizendo que o amor de Deus é maior que as imposições religiosas e que a graça a que ela se refere é um presente de Deus. Ela defende que, mesmo pecadora, será salva pela fé em Jesus, citando Efésios 2:8-9. Ela também questiona o julgamento dos cristãos, afirmando que ninguém tem o direito de julgar, exceto Deus.
Andressa fala sobre seu livre-arbítrio e a escolha de sua profissão, defendendo que sua sexualidade não é pecado para ela. Ela faz referência às leis humanas, mas enfatiza que suas escolhas espirituais são de responsabilidade individual. Ela insiste que sua fé e relacionamento com Jesus são pessoais e que a salvação não depende de obras, mas da graça.
Cristãos presentes argumentam que Andressa é uma escarnecedora e que sua forma de viver é blasfemadora. Eles enfatizam que o arrependimento é mudança de rota e não a continuidade no pecado. Andressa, por outro lado, acusa os cristãos de tentarem impor medo e religiosidade, afirmando que Jesus é amor e que a graça não pode ser perdida.
Um dos últimos participantes pede perdão a Andressa pelo tom do debate, reiterando o amor dos cristãos por ela. Andressa conclui sua participação enfatizando a graça de Jesus e o fim dos tempos. Ela afirma que, apesar de sua profissão, não fará os pecadores “que a igreja condena” sentirem medo, mas os alcançará com Jesus, pois “Ele está voltando” e ela é “louca”.