Summary
Highlights
O vídeo começa apresentando a temática dos custos da guerra, enfatizando que os valores divulgados são muito menores que os reais. O foco inicial será nos custos financeiros, com promessa de futuros vídeos sobre mortes, política e geopolítica. O cálculo inicial de 1 bilhão de dólares por dia é desmistificado, mostrando que o custo real é muito maior.
Uma reportagem da DW revela que a guerra custa mais de 5,2 bilhões de dólares por dia aos Estados Unidos, superando em muito as estimativas iniciais de 1 bilhão. O orçamento americano tem sido pressionado, com um fundo de emergência de 250 bilhões de dólares insuficiente para cobrir os gastos. As primeiras horas da operação custaram $4 bilhões, e o Centro de Progresso Americano estimou um total de $25 bilhões em um mês.
O autor explica que economia não significa gastar pouco, mas sim gastar bem. Ele usa a analogia de uma viagem versus uma máquina de costura e da saúde, para ilustrar que não investir em áreas essenciais, como a saúde, para financiar a guerra, resulta em um custo muito maior a longo prazo. Os 200 bilhões de dólares pedidos para a guerra poderiam cobrir o Medicaid para 25 milhões de pessoas.
Além dos gastos com equipamentos e do custo de não investir em serviços sociais, há um terceiro custo não computado: a multiplicação do ódio. Usando uma cena do filme 'A Máquina de Guerra' com Brad Pitt, o autor ilustra que matar terroristas pode, na verdade, criar mais deles. Esse ciclo de violência custa caro, especialmente porque os muçulmanos são 2 bilhões de pessoas espalhadas pelo mundo, diferente da situação do Japão na Segunda Guerra Mundial.
O custo de equipamentos militares é exacerbado pelo superfaturamento e pela corrupção, exemplificado por um botão que custaria 17 dólares, mas é vendido por 24 milhões ao Pentágono. Isso faz com que países como a China, com orçamentos militares menores, consigam mais, pela ausência desse custo de corrupção. O custo de uma invasão é muito maior que o de uma defesa, como ilustrado pela tentativa fracassada da Inglaterra de tomar Cartagena dos espanhóis.
Há uma grande desproporção nos custos: um drone iraniano de $20.000 é interceptado por mísseis americanos que custam de 1,3 a 4 milhões de dólares. Mesmo com um superfaturamento reduzido, a diferença é gritante. A dependência de terras raras, controladas pela China (parceira do Irã), coloca os EUA em risco de esgotamento de munições. O pedido de 200 bilhões de dólares reflete a gravidade da situação.
O governo Trump minimiza os custos da guerra, chamando-os de 'pequeno preço a pagar'. No entanto, o autor reitera que os custos vão muito além das munições, abrangendo a negligência da saúde pública e a incalculável multiplicação do ódio. O vídeo conclui convidando o espectador a acompanhar a série, que abordará os impactos da guerra nas eleições de meio de mandato nos EUA, além dos custos humanos e eleitorais.